É quinta-feira, dois dias antes de uma entrega importante. Um sócio e um membro da equipe técnica discordam sobre como conduzir o caso de um cliente, e o tom sobe na sala. Num escritório sem prática, isso vira silêncio constrangido até a entrega. Aqui, alguém nomeia o atrito na hora, propõe uma conversa de 20 minutos à parte, e o trabalho segue.
O resto da equipe nem chega a perceber tensão na reunião seguinte. A entrega sai no prazo, e os dois seguem trabalhando juntos no próximo caso — sem desconforto arrastado. Reconhece essa cena?
Situação ilustrativa, não um caso real de cliente — descreve o comportamento esperado de um escritório com um combinado claro de como nomear e conduzir atrito.